S[A]omos da flor a frag[E]ância, que se difunde à dist[A]ância. P[D]ulsa-nos dentro do p[E]eito um coração que anda af[A]eito aos heróicos sacrif[E]ícios de vencer paixões e v[A]ícios e à mais renhida pel[D]eja, pela P[E]átria e pela Igr[A]eja! Nos combates da virtude conquistamos a sa[E]úde e ganhamos cada dia o doce pão da alegr[A]ia. Queremos a alma no olhar limpidamente a br[D]ilhar, encantadora, a sorr[A]ir, bela aur[E]ora do porv[A]ir.