N[D-]ão te encostes à parreira que a parreira deita p[A]ó.
Encosta-te à minha beira, sou solteiro e durmo s[D-]ó.
Ai, agora é que m’eu maneio, é que m’eu maneio, é que m’eu rebolo
nos braços do meu amor, ai, agora é que m’eu consolo.
Eu venho dali debaixo de regar o laranjal.
Inda aqui trago uma folha no laço do avental.
Esta roda está parada por falta de mandador.
Siga a roda p’ra diante quem manda é o meu amor.
N[D-]ão te encostes à parreira que a parreira deita p[A]ó. Encosta-te à minha beira, sou solteiro e durmo s[D-]ó. Ai, agora é que m’eu maneio, é que m’eu maneio, é que m’eu rebolo nos braços do meu amor, ai, agora é que m’eu consolo. Eu venho dali debaixo de regar o laranjal. Inda aqui trago uma folha no laço do avental. Esta roda está parada por falta de mandador. Siga a roda p’ra diante quem manda é o meu amor.
