Rec[A-]ebe em tuas m[D-]ãos [G]a nossa of[C]erta
S[F]ímbolo de uma v[E-]ida para t[F]i ab[E-]erta
Qu[A-]e da tua [D-]obra n[G]unca se c[C]ansa
[F]E que em t[E-]i enc[F]ontra a esper[G]ança
Ac[C]eita-m[G]e Senh[A-]or
A t[F]i eu abro o m[D-]eu coraç[G]ão
Que só a t[E-]i meu ser se pr[A-]enda
Numa sent[F]ida d[D-]oaç[G]ão [E]
O pão e o vinho que te entregamos
São o alimento que nós ansiamos
na forma de corpo e sangue de Cristo
Sem ti sei, sei que não existo
Aqui relembrando a última ceia
E todo aquele em que ti creia
Ao teu altar levamos Senhor
O pão e o vinho do teu grande amor
Rec[A-]ebe em tuas m[D-]ãos [G]a nossa of[C]erta S[F]ímbolo de uma v[E-]ida para t[F]i ab[E-]erta Qu[A-]e da tua [D-]obra n[G]unca se c[C]ansa [F]E que em t[E-]i enc[F]ontra a esper[G]ança Ac[C]eita-m[G]e Senh[A-]or A t[F]i eu abro o m[D-]eu coraç[G]ão Que só a t[E-]i meu ser se pr[A-]enda Numa sent[F]ida d[D-]oaç[G]ão [E] O pão e o vinho que te entregamos São o alimento que nós ansiamos na forma de corpo e sangue de Cristo Sem ti sei, sei que não existo Aqui relembrando a última ceia E todo aquele em que ti creia Ao teu altar levamos Senhor O pão e o vinho do teu grande amor