Pai, faz de mim teu instrumento.
Impõe as tuas mãos nos meus olhos e assim
faz cair a indiferença
e que no outro eu te veja a ti.
Aqui deixo o que me pesa p’ra te seguir.
Eis-me aqui, estou pronto a partir.
Effathá tu disseste bem alto
e o meu coração começou a ceder.
Pedes que me levante,
que descubra o que há para fazer.
Effathá hoje eu digo e repito
Quero ser instrumento na tua mão.
«Toma a tua enxerga! Vem, segue-me!
Abre o teu coração!»
Não tenho prata nem ouro,
mas tudo o que eu tenho, meu Pai, te dou.
Impõe as mãos nos meus ouvidos.
Que as tuas palavras ressoem em mim
e transformem o meu coração.
A minha vida é a tua missão.
Sou teu, sou um instrumento por ti.
Já não sou eu quem vive, vives em mim.
Effathá (...)
Abre o teu coração! Abre o teu coração!
Abre o teu coração!
Pai, faz de mim teu instrumento. Impõe as tuas mãos nos meus olhos e assim faz cair a indiferença e que no outro eu te veja a ti. Aqui deixo o que me pesa p’ra te seguir. Eis-me aqui, estou pronto a partir. Effathá tu disseste bem alto e o meu coração começou a ceder. Pedes que me levante, que descubra o que há para fazer. Effathá hoje eu digo e repito Quero ser instrumento na tua mão. «Toma a tua enxerga! Vem, segue-me! Abre o teu coração!» Não tenho prata nem ouro, mas tudo o que eu tenho, meu Pai, te dou. Impõe as mãos nos meus ouvidos. Que as tuas palavras ressoem em mim e transformem o meu coração. A minha vida é a tua missão. Sou teu, sou um instrumento por ti. Já não sou eu quem vive, vives em mim. Effathá (...) Abre o teu coração! Abre o teu coração! Abre o teu coração!