||: [D]À meia-noite ao lu[A]ar, vai pelas ruas a cantar,
um boémio sonhad[D]or. :||
E a r[G]ecatada donz[D]ela de mansinho abre a jan[A]ela
à doce canção de am[D]or.
Ai como é b[D]elo, à luz da l[A]ua,
ouvir-se um f[G]ado em pl[D]en[A]a r[D]ua.
E o cantador, apaixonado,
trinando as cordas a cantar o fado.
||: Dão as doze badaladas e ao ouvir as guitarradas
surge o luar que é de prata. :||
E a recatada donzela de mansinho abre a janela,
vem ouvir a serenata.
||: [D]À meia-noite ao lu[A]ar, vai pelas ruas a cantar, um boémio sonhad[D]or. :|| E a r[G]ecatada donz[D]ela de mansinho abre a jan[A]ela à doce canção de am[D]or. Ai como é b[D]elo, à luz da l[A]ua, ouvir-se um f[G]ado em pl[D]en[A]a r[D]ua. E o cantador, apaixonado, trinando as cordas a cantar o fado. ||: Dão as doze badaladas e ao ouvir as guitarradas surge o luar que é de prata. :|| E a recatada donzela de mansinho abre a janela, vem ouvir a serenata.
