A pl[C]aina corre ligeira, xária, x[G]ária, xária [C]ô,
tornando lisa a madeira, xária, x[G]ária, xária [C]ô.
N[F]o viç[G]oso bosque em flor s[C]ente-se [F]o m[G]esmo rum[C]or:
xária, x[C7]ária, x[F]ária, x[D-]ária, x[G]ária, x[G7]ária [C]ô.
No torno se amolda o aço, crissa, crissa, crissa ô,
com arte, amor e cansaço crissa, crissa, crissa ô.
Na bigorna do ferreiro bate o martelo certeiro:
crissa, crissa, crissa,…
O rochedo antes da aurora, pinga, pinga, pinga ô,
aos golpes do picão chora pinga, pinga, pinga ô.
Um artista com suor lhe dará forma melhor:
pinga, pinga, pinga,…
O mineiro com destreza (boca fechada...),
da mina vence a dureza (boca fechada...).
Trabalha desde a manhã sempre alerta e com afã:
(boca fechada...).
As mãos negras dão à vida, fária, fária, fária ô,
a terra verde e florida, fária, fária, fária ô.
O trabalho é harmonia, felicidade e alegria:
fária, xária, crissa, pinga, (boca fechada), fária ô.
A pl[C]aina corre ligeira, xária, x[G]ária, xária [C]ô, tornando lisa a madeira, xária, x[G]ária, xária [C]ô. N[F]o viç[G]oso bosque em flor s[C]ente-se [F]o m[G]esmo rum[C]or: xária, x[C7]ária, x[F]ária, x[D-]ária, x[G]ária, x[G7]ária [C]ô. No torno se amolda o aço, crissa, crissa, crissa ô, com arte, amor e cansaço crissa, crissa, crissa ô. Na bigorna do ferreiro bate o martelo certeiro: crissa, crissa, crissa,… O rochedo antes da aurora, pinga, pinga, pinga ô, aos golpes do picão chora pinga, pinga, pinga ô. Um artista com suor lhe dará forma melhor: pinga, pinga, pinga,… O mineiro com destreza (boca fechada...), da mina vence a dureza (boca fechada...). Trabalha desde a manhã sempre alerta e com afã: (boca fechada...). As mãos negras dão à vida, fária, fária, fária ô, a terra verde e florida, fária, fária, fária ô. O trabalho é harmonia, felicidade e alegria: fária, xária, crissa, pinga, (boca fechada), fária ô.
