Uma n[B-]oite de fadiga, sobre o b[D]arco em alto mar
O céu com[A]eça a clare[F#-]ar:
A tua r[G]ede está vaz[B-]ia.
Mas a v[D]oz que te chama
Te mostrar[A]á um outro m[F#-]ar,
E sobre m[G]uitos coraç[D]ões a tua r[E-]ede lançar[B-]ás. [A]
D[B-]oa a tua v[D]ida
Como Mar[A]ia, aos p[F#-]és da cr[B-]uz.
E serás, s[D]ervo de cada h[A]omem,
Servo por am[G]or:
Sacerdote d[A]a humanidade.
Caminhavas no silêncio, esperando, além da dor,
Que a semente que tu lançavas
No bom terreno germinasse.
Mas o coração exulta
Porque o campo já está dourado:
O grão maduro pelo sol, no celeiro pode entrar.
Doa a tua vida...
Uma n[B-]oite de fadiga, sobre o b[D]arco em alto mar O céu com[A]eça a clare[F#-]ar: A tua r[G]ede está vaz[B-]ia. Mas a v[D]oz que te chama Te mostrar[A]á um outro m[F#-]ar, E sobre m[G]uitos coraç[D]ões a tua r[E-]ede lançar[B-]ás. [A] D[B-]oa a tua v[D]ida Como Mar[A]ia, aos p[F#-]és da cr[B-]uz. E serás, s[D]ervo de cada h[A]omem, Servo por am[G]or: Sacerdote d[A]a humanidade. Caminhavas no silêncio, esperando, além da dor, Que a semente que tu lançavas No bom terreno germinasse. Mas o coração exulta Porque o campo já está dourado: O grão maduro pelo sol, no celeiro pode entrar. Doa a tua vida...