Não fal[C]ei contigo com medo que os montes e vales que me [f7]achas caíssem [C]a teus pés... [f7] Acredito e entendo a estabilidade lógica de quem não quer explodir faça bem ao escudo que és.. Saudade é o ar que vou sugando e aceitando como fruto de verão nos jardins Do teu beijo... Mas sinto que sabes que sentes também que Um dia maior serás trapézio sem rede A pairar sobre o mundo , em tudo o que vejo É que h[G]oje acordei e lembrei-me que sou m[F]ago feiticeiro Que a minha b[A-]ola de cristal é folha de pap[E-]el N[F]ela te pinto nua, n[G]ua.. numa ch[C]ama m[F]inha e t[C]ua Desconfio que ainda não reparaste que o teu destino foi inventado por gira discos estragados aos quais te vais moldando... e todo o teu planeamento estratégico de sincronização do coração são leis como paredes e tectos cujos vidros vais pisando Anseio o dia em que acordares por cima de todos os teus números raízes quadradas de somas subtraídas... sempre com a mesma solução (nhááá) Podias deixar de fazer da vida um ciclo vicioso, harmonioso do teu gesto mimado E à palma da tua mão Desculpa se te fiz fogo e noite sem pedir autorização por escrito ao sindicato dos deuses Mas não fui eu que te escolhi Desculpa se te usei como refúgio dos meus sentidos, pedaços de silêncios perdidos Que voltei a encontrar em ti.. Ainda magoas alguém... o tiro passou-me ao lado... ainda magoas alguém Se não te deste a ninguém, magoas-te alguém... a mim, passou-me ao lado A mim passou-me ao lado
