As [D]armas do meu ad[A]ufe, as armas do meu ad[D]ufe,
são de pau de laranjeira, são de pau de laranjeira.
Quem houver de tocar nele, há-de ter a mão ligeira.
O luar da meia noite, guarda-te lá pró verão
Quem anda cego de amores, quer escuro, luar não.
Viva quem toca o adufe, viva quem o tem na mão.
Viva quem há-de lugar, menina o seu coração.
As [D]armas do meu ad[A]ufe, as armas do meu ad[D]ufe, são de pau de laranjeira, são de pau de laranjeira. Quem houver de tocar nele, há-de ter a mão ligeira. O luar da meia noite, guarda-te lá pró verão Quem anda cego de amores, quer escuro, luar não. Viva quem toca o adufe, viva quem o tem na mão. Viva quem há-de lugar, menina o seu coração.
