F[D9]ogo de D[G]eus, l[D9]uz lá dos c[G]éus [E-]que ofusca o m[A]eu olhar e m[D]e faz d[F#]uvid[B-]ar desse am[A#]or que me env[A]olve, Senhor. Brisa Vazia, cor, sinfonia, força que acalma o mar e eu torno a duvidar se és Tu que me bates e eu não deixo entrar. [D]És Tu, Senhor, Tu que desc[G]obres caminhos de l[A]uz, Tua mag[D]ia que a m[F#]im me sed[B-]uz, atravess[E-]ando o oceano de v[A]ento. Pergunto-me, és Tu, Senhor, Tu que me acordas ao amanhecer e que me embalas ao anoitecer, e mesmo assim eu duvido outra vez. Homem que chama, Deus que me ama. Palavra eterna e pura que em mim hoje perdura. É assim que eu mostro o que vai em mim. [D9]És tu Senhor[G], [D9]és tu Senhor[G]