[C]A vida [G]é como uma g[F]ota de orv[D-]alho
susp[C]ensa num f[E-]io de l[D-]uz,
empr[F]esta o arco-[D7]íris, t[C]orna p’ró s[A-]ol,
tudo [C]isto na p[D-]étala da fl[C]or.
E então, o vento soprando a vida,
sorri-lhe um suave baloiçar,
diz-lhe que é já tempo de começar,
e desprende a pequena gota.
Viv[C]er é cair ass[G]im n[G-]esta viagem fug[F]az,
é perd[F-]er o arco-[C]íris, morr[E-]er na terra m[D]ãe,
mas [C]é de novo sub[G]ir pelo[G-] caule como s[F]eiva
e c[F-]ircular como v[C]ida na estr[F-]ada dos seus v[C]eios.
Agora eu sei que essas gotas de orvalho,
que caem todas as manhãs,
são lágrimas caídas de uma flor
pela vida que vai e retorna. (bis)
[C]A vida [G]é como uma g[F]ota de orv[D-]alho susp[C]ensa num f[E-]io de l[D-]uz, empr[F]esta o arco-[D7]íris, t[C]orna p’ró s[A-]ol, tudo [C]isto na p[D-]étala da fl[C]or. E então, o vento soprando a vida, sorri-lhe um suave baloiçar, diz-lhe que é já tempo de começar, e desprende a pequena gota. Viv[C]er é cair ass[G]im n[G-]esta viagem fug[F]az, é perd[F-]er o arco-[C]íris, morr[E-]er na terra m[D]ãe, mas [C]é de novo sub[G]ir pelo[G-] caule como s[F]eiva e c[F-]ircular como v[C]ida na estr[F-]ada dos seus v[C]eios. Agora eu sei que essas gotas de orvalho, que caem todas as manhãs, são lágrimas caídas de uma flor pela vida que vai e retorna. (bis)