Há alt[G]uras na vida em que se sente pi[E-]or, como que [C]uma saída, r[D]efúgio na d[G]or. E ao olhar para trás, pensar no que aconteceu, o que se vê não apraz, não gritou mas escondeu. E salta a f[F]úria em nós, reb[A-]enta o ser mais cal[G]ado, querer pux[F]ar pela voz, mostr[A-]ar que está revolt[G]ado, à espera o t[E-]empo a passar, a d[G]esesperar, ganh[C]ar a coragem de gr[D]itar e grit[G]ar. [E-] --- [C] --- [D] E é nestas alturas, sou eu mesmo que o digo, repensamos na falta que nos faz um amigo. Alguém que nos mostre a luz e nos estenda uma mão, diga que a vida não é cruz, olhar para trás pedir perdão.
