Uma v[G]oz percorre a terra e procl[C]ama a boa n[G]ova
Uma luz nasc[E-]eu, nossa v[A-]ida se ren[D]ova.
[C]Olhares perdidos, sem cham[G]a, sem br[E-]ilho,
[A-]Esperam de t[C]i um gesto am[G]igo [D]
N[G]ós somos o p[C]ovo que v[G]ive a verd[D]ade,
N[G]ós somos cam[D]inho que cond[C]uz à liberd[G]ade,
N[C]ós somos a p[D]az, [G]a nov[D]a canç[E-]ão,
N[C]ós somos a f[A-]orça da libertaç[D]ão.
N[G]ós somos o p[C]ovo d[G]a nova ali[D]ança,
N[G]ós somos jard[D]im perfum[C]ado de esper[G]ança,
N[C]ós somos a v[D]ida, [G]um beijo, [D]uma fl[E-]or,
N[C]ós somos o p[D]ovo do am[G]or.
O silêncio do deserto fala de sinais de morte
O futuro incerto joga na roda da sorte
Solta as amarras, olha o amanhecer
faz-te ao largo amigo e vem viver.
Esta voz vinda de longe é imagem que sorri,
É grito de amor que revela o que há em ti.
Tu amas a vida e queres cantar
Sente o apelo em ti a partilhar.
Uma v[G]oz percorre a terra e procl[C]ama a boa n[G]ova Uma luz nasc[E-]eu, nossa v[A-]ida se ren[D]ova. [C]Olhares perdidos, sem cham[G]a, sem br[E-]ilho, [A-]Esperam de t[C]i um gesto am[G]igo [D] N[G]ós somos o p[C]ovo que v[G]ive a verd[D]ade, N[G]ós somos cam[D]inho que cond[C]uz à liberd[G]ade, N[C]ós somos a p[D]az, [G]a nov[D]a canç[E-]ão, N[C]ós somos a f[A-]orça da libertaç[D]ão. N[G]ós somos o p[C]ovo d[G]a nova ali[D]ança, N[G]ós somos jard[D]im perfum[C]ado de esper[G]ança, N[C]ós somos a v[D]ida, [G]um beijo, [D]uma fl[E-]or, N[C]ós somos o p[D]ovo do am[G]or. O silêncio do deserto fala de sinais de morte O futuro incerto joga na roda da sorte Solta as amarras, olha o amanhecer faz-te ao largo amigo e vem viver. Esta voz vinda de longe é imagem que sorri, É grito de amor que revela o que há em ti. Tu amas a vida e queres cantar Sente o apelo em ti a partilhar.