Ó pescad[G]or do l[D]ago da Galil[G]eia deixa teu barco na ar[E-]eia e v[C]ai homens pesc[G]ar. Ó pescad[G]or do l[D]ago da Galil[G]eia deixa teu barco na ar[E-]eia e v[D]ai homens pesc[G]ar. E t[C]u sonhad[G]or, de n[D]ão importa d[G]onde, d[C]eixa tudo e resp[G]onde, o M[D]estre está-te a cham[G]ar. (bis) Na manhã fr[E-]esca de boa p[C]esca Jesus pass[G]ou e ao pescad[E-]or madrugad[C]or chamou, cham[D]ou. Quero que d[G]eixes a rede, os p[E-]eixes, a praia, o m[C]ar... daqui em fr[D]ente tu vais somente homens pesc[G]ar. Naquele cais da Galileia deixou os pais, deixou a areia e foi pescar a outro mar. Um a um, muitos, alegres juntos, os pescadores foram pescar a outro mar peixes melhores. No mar do mundo, no mar sem fundo, no mar em flor, houve uma festa, houve uma pesca, pesca de amor; ei-los cantando, no mar dançando, os pescadores madrugadores na barca cheia da Galileia.
