[E-]Ergue-te na alegr[D]ia povo cham[C]ado à Salvaç[B7]ão D[G]eixa o traje de l[D]uto porque o Senh[C]or é a n[B7]ossa just[E-]iça. Alegre-se o deserto e rejubile a fonte mais pura Consolai o meu povo tende coragem Deus nos conduz. P[C]artilhai a riqu[D]eza porque D[G]eus de todos é P[E-]ai s[C]ois benditos, entr[D]ai, no reino da l[G]uz porque eu tive fome, e vós deste-me de comer tive sede e vós deste-me de beber. Povos de toda a terra fazei da vida uma refeição Preparai o caminho abri as mãos para repartir. Nesses bairros de fome onde a miséria resseca o homem Numa casa sem vida onde ninguém consegue morar. São malditos aqueles que vendo o pobre o deixam ficar Aplanai as veredas endireitai o vosso andar. Pela força do amor nasceu a esperança nos olhos tristes Sê feliz no meu Reino estava nu e tu me vestiste. O Universo renasce pela partilha em fraternidade Desses campos se eleva um forte clamor: solidariedade. Junto com a alegria sobe a justiça ao entardecer A riqueza da terra dá para todos em abundância.