Linda donz[C]ela, vem à janela que a tuna p[G]assa.
Ouve este c[G7]anto que o teu encanto enche de gr[C]aça.
Olha p'ra l[C7]ua que noite é tua e o trovad[F]or [F-]
enamor[C]ado canta enlev[G7]ado trovas de am[C]or. [e7]
São teus cab[A-]elos, ondas que o Douro leva p'ró m[e7]ar,
lento embalo de melodia que faz sonh[A-]ar.
Barcos rab[A]elo feitos da esper[A7]ança de um teu olh[D-]ar.
E a tuna r[A-]onda junto à Rib[e7]eira p'ra te cant[A]ar. [G7]
Levo nos olhos a tua imagem brando fulgor.
Levo a saudade, deixo esta trova ao teu amor.
Põe um sorriso, não te entristeças se a tuna parte
que o estudante, eterno amante, virá cantar-te.
Linda donz[C]ela, vem à janela que a tuna p[G]assa. Ouve este c[G7]anto que o teu encanto enche de gr[C]aça. Olha p'ra l[C7]ua que noite é tua e o trovad[F]or [F-] enamor[C]ado canta enlev[G7]ado trovas de am[C]or. [e7] São teus cab[A-]elos, ondas que o Douro leva p'ró m[e7]ar, lento embalo de melodia que faz sonh[A-]ar. Barcos rab[A]elo feitos da esper[A7]ança de um teu olh[D-]ar. E a tuna r[A-]onda junto à Rib[e7]eira p'ra te cant[A]ar. [G7] Levo nos olhos a tua imagem brando fulgor. Levo a saudade, deixo esta trova ao teu amor. Põe um sorriso, não te entristeças se a tuna parte que o estudante, eterno amante, virá cantar-te.
