[D]Ao teu alt[G]ar nós lev[F#-]amos, Senh[B-]or,
as n[D]ossas of[G]ertas de p[A]ão.[A7]
[D]O pão do n[G]osso trab[F#-]alho sem f[B-]im
e o v[D]inho do n[G]osso cant[A]ar.[A7]
S[D]erá, Senh[G]or, nossa j[F#-]usta inquiet[B-]ude
am[D]ar a just[G]iça e a p[A]az. [A7]
||: Sab[E-]er que vir[A7]ás, sab[D]er que estar[B-]ás
part[E-]indo aos p[A7]obres Teu p[D]ão.[D7] :||
A sede de tantos Homens sem luz,
a dor e o triste chorar,
o ódio de tantos mortos sem fé
cansados de tanto lutar.
Nesta patena da nossa oblação,
aceita a vida Senhor.
[D]Ao teu alt[G]ar nós lev[F#-]amos, Senh[B-]or, as n[D]ossas of[G]ertas de p[A]ão.[A7] [D]O pão do n[G]osso trab[F#-]alho sem f[B-]im e o v[D]inho do n[G]osso cant[A]ar.[A7] S[D]erá, Senh[G]or, nossa j[F#-]usta inquiet[B-]ude am[D]ar a just[G]iça e a p[A]az. [A7] ||: Sab[E-]er que vir[A7]ás, sab[D]er que estar[B-]ás part[E-]indo aos p[A7]obres Teu p[D]ão.[D7] :|| A sede de tantos Homens sem luz, a dor e o triste chorar, o ódio de tantos mortos sem fé cansados de tanto lutar. Nesta patena da nossa oblação, aceita a vida Senhor.