[G]Somos filhos da madrug[D]ada, pelas praias do mar nos v[G]amos à procura de quem nos tr[D]aga verde oliva de flor no r[G]amo. Naveg[C]amos de vaga em v[G]aga, não soub[C]emos de dor nem m[G]ágoa, pelas praias do mar nos v[D]mos à procura da manhã cl[G]ara. Lá do cimo duma montanha acendemos uma fogueira para não se apagar a chama que dá vida na noite inteira. Mensageira pomba chamada, companheira da madrugada, quando a noite vier que venha lá do cimo duma montanha. Onde o vento cortou amarras largaremos p’la noite fora onde há sempre uma boa estrela, noite e dia ao romper da aurora. Vira a proa minha galera que a vitória já não espera; fresca brisa moira encantada, vira a proa da minha barca.
