D[E-]orme meu menino a estrela d’[D]alva; j[E-]á a procurei e não a v[D]i. Se ela não vi[A-]er de madrug[E-]ada, [C]outra que eu soub[B7]er será por t[E-]i. Outra que eu souber na noite escura, sobre o teu sorriso de encantar ouvirás cantando nas alturas, trovas e cantigas de embalar. Trovas e cantigas de embalar, afina a garganta meu cantor, quando a luz se apaga nas janelas perde a estrela d’alva o seu fulgor. Perde a estrela d’alva pequenina, se outra não vier a render, dorme qu’inda a noite é uma menina, deixa-a vir também adormecer.
