E n[G]ós[D], a quem ir[E-]emos?[C] Só T[G]u tens[C] palavras q[G]ue nos dão v[D]ida. E n[G]ós[D], a quem ir[E-]emos?[C] Só T[G]u tens[C] palavras q[D]ue nos dão v[G]ida. A noite cai no meu s[B-]er A sem[C]ente morreu ao nasc[G]er, Ergo as m[B]ãos vazias e tr[E-]istes[A] Da Humanid[D]ade.[C] A quem ir[D]ei b[B]uscar a manh[E-]ã, Pr[A]ovocar o c[D]anto? A infância é o meu agasalho O caminho a minha morada, Ouço em mim o exílio e o pranto Da Humanidade. A quem irei buscar o abrigo, Um abraço amigo? A voz dos abandonados Sem lar, sem pão grita e fere E ressoa na minha riqueza, No meu orgulho. Vem, Senhor, transformar em carne O meu coração.