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Na primavera o amor anda no ar,
na primavera os bichos andam no ar,
na primavera o pólen anda no ar,
e eu não consigo parar de espirrar.
No verão os dias ficam maiores,
no verão as roupas ficam menores,
no verão o calor bate “records”,
e os corpos libertam seus suores.
Eu gosto é do verão,
de passearmos de prancha na mão,
saltarmos e rirmos na praia,
de nadar e apanhar um escaldão.
E ao f[A]im do dia, bem [C#]abraçados,
a v[D]er o pôr do s[B-]ol,
patr[A]ocinado p[E]or uma bebida qualqu[A]er.
No outono a escola ameaça abrir,
no outono passo a noite a tossir,
no outono há folhas sempre a cair,
e a chuva faz os prédios ruir.
No inverno o Natal é baril,
no inverno ando engripado e febril,
no inverno é verão no Brasil,
e na Suécia suicidam-se aos mil.
[A] ------ [F#-] ------ [D] ------ [E] Na primavera o amor anda no ar, na primavera os bichos andam no ar, na primavera o pólen anda no ar, e eu não consigo parar de espirrar. No verão os dias ficam maiores, no verão as roupas ficam menores, no verão o calor bate “records”, e os corpos libertam seus suores. Eu gosto é do verão, de passearmos de prancha na mão, saltarmos e rirmos na praia, de nadar e apanhar um escaldão. E ao f[A]im do dia, bem [C#]abraçados, a v[D]er o pôr do s[B-]ol, patr[A]ocinado p[E]or uma bebida qualqu[A]er. No outono a escola ameaça abrir, no outono passo a noite a tossir, no outono há folhas sempre a cair, e a chuva faz os prédios ruir. No inverno o Natal é baril, no inverno ando engripado e febril, no inverno é verão no Brasil, e na Suécia suicidam-se aos mil.
