Eu não sou poeta

Quem me d[G-]era sab[C-]er fazer v[F]ersos r[A#]imas
para um d[G-]ia escrev[C-]er
que t[G-]u é a mulh[D]er que eu quero am[G-]ar. [G]
 
Quem me d[C-]era fazer poes[F]ia,
inspir[A#]ada na minha paix[G-]ão,
invent[C-]ar sofrimento, agon[D]ia, um amor de Plat[G-]ão. [][G]
Quem me dera chamar-te de musa
em sonetos e coisas que tais
numa escrita solene e confusa
com palavras a mais.
 
[G]Eu não sou poeta, n[A-]ão, não sou poeta,
n[D]unca fui um grande s[G]ofredor.
Eu não sou poeta, não, não sou poeta,
não te sei falar de amor.
 
Mas se eu fosse um poeta dotado
ou se, ao menos, julgasse que sim,
falaria com ar afectado, aprenderia latim.
Só faria canções eruditas
e, se as ditas, ninguém entendesse,
rematava com frases bonitas 
p’ra o que desse e viesse.    

Diagramas de Acordes Utilizados:

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MúsicaCarlos Paião
Letra

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