S[G]aio porta fora, v[C]ou por aí pelos cam[G]inhos. [C]
A noite devora, cruzam-se homens sozinhos.
Noites cerradas, guerras triviais...
Portas fechadas, palavras infernais.
E ao v[A-]er-te L[D]isboa, Lisb[G]oa.[C]
Perd[A-]er o b[D]airro da Madrag[G]oa!
Ruas e vielas, musgo nos telhados.
Velhos à janela, lembram tempos passados !
Verdades acesas, um homem sem vez.
Afoga as tristezas num copo de três!
Mulheres da rua, histórias de atrofiar...
Noites de Lua, segredos por desvendar!
Sentir-te no escuro, olhar-te nua e crua...
Rodeado de um muro, de gente que não recua!
S[G]aio porta fora, v[C]ou por aí pelos cam[G]inhos. [C] A noite devora, cruzam-se homens sozinhos. Noites cerradas, guerras triviais... Portas fechadas, palavras infernais. E ao v[A-]er-te L[D]isboa, Lisb[G]oa.[C] Perd[A-]er o b[D]airro da Madrag[G]oa! Ruas e vielas, musgo nos telhados. Velhos à janela, lembram tempos passados ! Verdades acesas, um homem sem vez. Afoga as tristezas num copo de três! Mulheres da rua, histórias de atrofiar... Noites de Lua, segredos por desvendar! Sentir-te no escuro, olhar-te nua e crua... Rodeado de um muro, de gente que não recua!
