S[D]ubi à serra da Ad[G]iça e só parei no tal[D]efe, a lua alegre e rol[F#-]iça aument[B-]ava o tefe t[A]efe. L[G]evei a saca de estopa preparado para caç[E-]ar, f[G]aço dela a minha r[D]oupa se o frio d[G]a noite apert[D]ar. O teu coração parece uma pedra sem destino, dizem que só amolece ao canto de um gambozino. Uns dizem que é fugidio, os outros que é de má raça, tenho de ter algum brio para não espantar a caça. Ass[F#-]im me fiz caçad[B-]or, s[F#-]em espingarda nem "Pil[B-]ot[D7]o", p[G]ara ter o teu am[D]or, para t[G]e cair no g[D]oto. As coisas que a gente faz a dar vazão ao que sente, já pensava em vir pra trás, sai-me um vulto pela frente. Abri a boca da saca, fechei os olhos ao medo, a tua mão não me escapa, não é tarde nem é cedo.
