O caçador da Adiça

SDubi à serra da AdGiça e só parei no talDefe,
a lua alegre e rolF#miça aumentBmava o tefe tAefe.
LGevei a saca de estopa preparado para caçEmar,
fGaço dela a minha rDoupa se o frio dGa noite apertDar.

O teu coração parece uma pedra sem destino,
dizem que só amolece ao canto de um gambozino.
Uns dizem que é fugidio, os outros que é de má raça,
tenho de ter algum brio para não espantar a caça.

AssF#mim me fiz caçadBmor, sF#mem espingarda nem "PilBmotD7o",
pGara ter o teu amDor, para tGe cair no gDoto.

As coisas que a gente faz a dar vazão ao que sente,
já pensava em vir pra trás, sai-me um vulto pela frente.
Abri a boca da saca, fechei os olhos ao medo,
a tua mão não me escapa, não é tarde nem é cedo.

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Música: Rio Grande
Letra: 

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A animar os jovens na Igreja
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