Aqu[A-]i estás tu, jovem at[C]ento,
acord[F]ado neste fim de s[C]éculo
à esp[A-]era de um lugar dif[C]ícil de alcançar,
no can[F]udo vive a esper[G]ança!
Atrás das luzes em vertigem,
ao medo da noite recente,
que tens de conquistar,
que tu t[A-]ens de c[G]onquist[A-]ar!
Ai, estes s[C]ão os filhos da naç[F]ão! Ad[C]ultos para s[G]er!
Ansi[C]osos por sab[F]er se a cr[C]uz é s[G]alvaç[C]ão?
Depois acenas sem nada p'ra temer,
velho cúmplice da decisão.
Preso a uma ordem que não podes quebrar,
ouves fascinado o ofício da vitória.
A fobia de um mundo novo
que insistes em partilhar.
Mas não entendes porquê!
Mas não entendes porquê!
Aqu[A-]i estás tu, jovem at[C]ento,
acord[F]ado neste fim de s[C]éculo
à esp[A-]era de um lugar dif[C]ícil de alcançar,
no can[F]udo vive a esper[G]ança!
Atrás das luzes em vertigem,
ao medo da noite recente,
que tens de conquistar,
que tu t[A-]ens de c[G]onquist[A-]ar!
Ai, estes s[C]ão os filhos da naç[F]ão! Ad[C]ultos para s[G]er!
Ansi[C]osos por sab[F]er se a cr[C]uz é s[G]alvaç[C]ão?
Depois acenas sem nada p'ra temer,
velho cúmplice da decisão.
Preso a uma ordem que não podes quebrar,
ouves fascinado o ofício da vitória.
A fobia de um mundo novo
que insistes em partilhar.
Mas não entendes porquê!
Mas não entendes porquê!
