Quem d[G]era qu’os teus olhos vissem o f[D]ogo do meu olh[G]ar. ||: Que n[C]eles pudesses v[G]er um c[D7]oração a cant[G]ar. :|| Ó linda tricana, abre essa janela, vem-me ouvir cant[D]ar. Vem que a noite é bela e eu tenho saudades do teu doce olh[G]ar. Manda-me um r[G7]osa com gotas de orvalho desse teu jard[C]im. Ó linda tric[G]ana, abre essa jan[D]ela, porque eu estou aqu[G]i. Choupal contou ao Mondego segredos do meu pensar. Nas águas foram p’rá foz, estão espalhados no mar.
