Como era l[G]inda com o seu ar namorad[D7]eiro,
até lhe chamavam menina das tranças pr[G]etas.
||: Pelo Chi[e7]ado caminhava o dia int[A-]eiro,
aprego[D7]ando raminhos de viol[G]etas. :||
E as meninas da alta roda que passavam,
ficavam tristes ao pensar no seu cabelo.
Quando ela olhava com vergonha o disfarçavam
e, pouco a pouco, todas deixaram crescê-lo. (bis)
Passaram dias e as meninas do Chiado
usavam tranças enfeitadas com violetas.
Todas gostavam do seu novo penteado
e assim nasceu a moda das tranças pretas. (bis)
Da violeteira já ninguém hoje tem esperança;
deixou saudades, foi-se embora; à tardinha
está o Chiado recheado de mil tranças,
mas tranças pretas ninguém tem como ela as tinha. (bis)
Como era l[G]inda com o seu ar namorad[D7]eiro, até lhe chamavam menina das tranças pr[G]etas. ||: Pelo Chi[e7]ado caminhava o dia int[A-]eiro, aprego[D7]ando raminhos de viol[G]etas. :|| E as meninas da alta roda que passavam, ficavam tristes ao pensar no seu cabelo. Quando ela olhava com vergonha o disfarçavam e, pouco a pouco, todas deixaram crescê-lo. (bis) Passaram dias e as meninas do Chiado usavam tranças enfeitadas com violetas. Todas gostavam do seu novo penteado e assim nasceu a moda das tranças pretas. (bis) Da violeteira já ninguém hoje tem esperança; deixou saudades, foi-se embora; à tardinha está o Chiado recheado de mil tranças, mas tranças pretas ninguém tem como ela as tinha. (bis)
